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O laptop fecha por volta das 18h. Aqui está o que você me encontrará fazendo no lugar disso.

Café, corrida, meias-maratonas, livros, paternidade na zona oeste de Londres. Os ensaios fora das telas estão arquivados aqui — a versão de mim que não cobra por hora.

INTRODUÇÃO

Isto é o que faço quando não estou em frente a uma tela — ou às vezes ainda em frente a uma tela, mas por razões completamente diferentes.

A maior parte não é impressionante. Tudo é honesto.

CORRIDA

Comecei a correr de verdade no meio dos meus trinta anos. A conta era simples: uma vida no laptop combina mal com não se mover. Meias maratonas acabaram sendo o equilíbrio perfeito — longas o suficiente para exigir respeito, curtas o suficiente para caber numa manhã de sábado.

Histórico de corridas até agora: alguns meias maratonas espalhadas por Londres, planos de treinamento construídos em torno de 4 a 5 sessões por semana, meu recorde atual em meia maratona fica nos baixos 1:50. O objetivo para o próximo ano é sub-1:45.

Rotas mais corridas: loops de Hyde Park a Battersea Park, Regent's Park nas manhãs de domingo, Thames Path quando o tempo colabora.

CAFÉ

V60 toda manhã. Torras claras quase sempre. O ritual do coador importa tanto quanto o resultado — cinco minutos fazendo uma coisa com cuidado antes do dia começar.

Os grãos mudam por estação. No momento trabalhando bastante com Square Mile e Origin. Tenho fraqueza por Yirgacheffe etíope e lotes de SL28 queniano.

Cafeterias favoritas de Londres: Monmouth (Borough), Workshop (Marylebone), Black Sheep, Origin (Charlotte Street). Viajando, a regra é: encontre a cafeteria que os baristas locais comentam, não a que o Yelp classifica primeiro.

FAMÍLIA

Pai de beagle em primeiro lugar. Depois pai de menina. Os dois aconteceram mais ou menos no mesmo ano, e ambos mudaram como penso sobre tempo.

O beagle é opinativo, motivado por comida, e tem o desprezo padrão do beagle por recall quando há um aroma digno de seguir. Andamos bastante. Ele conhece mais parques de Londres do que eu.

Ser pai de menina reposiciona o calendário de formas que ainda estou processando. A melhor decisão que tomei para o trabalho foi tornar a ida para a escola inegociável.

LEITURA

Principalmente negócios e tecnologia, um pouco de história, ficção ocasional. Livros que realmente mudaram como trabalho no último ano:

  • The Great CEO Within — Matt Mochary
  • Working Backwards — Colin Bryar and Bill Carr
  • The Hard Thing About Hard Things — Ben Horowitz (releitura)
  • Build — Tony Fadell
  • Showing Up for Life — Bill Gates Sr.

Sempre aberto a recomendações. As melhores vêm de pessoas que fazem o trabalho, não de pessoas que escrevem sobre fazer o trabalho.

ONDE MOREI

Nasci na Índia. Negócio familiar em joias e gemas — foi lá que aprendi sobre operações, confiança do cliente e o jogo de longo prazo.

Construí a Seahawk na Índia, escalei para outros continentes e depois me mudei para Londres para estar perto de um lado diferente do ecossistema WordPress e de tecnologia. Londres tem sido meu lar nos últimos anos e continua sendo para o futuro próximo.

Minhas viagens são principalmente para os hubs da equipe Seahawk — Flórida, Nova Delhi, Ahmedabad — além do circuito WordCamp quando minha agenda permite.

POR QUE ESTA PÁGINA EXISTE

A maioria dos sites profissionais tem foto de herói, serviços, formulário de contato. Não dizem nada sobre a pessoa por trás do trabalho.

Acho que é uma oportunidade perdida. A forma como alguém trabalha é reveladora. A forma como escolhe seu café é reveladora. A forma como fala sobre sua família é reveladora. Se você está analisando se deve trabalhar comigo, é aqui que o sinal real está.

Se algo aqui ressoa com você e quer conversar — sobre WordPress, corrida, café, ou qualquer outra coisa — marque uma chamada de 30 minutos. Sem agenda necessária.book a 30-minute call. No agenda required.

UM CARTÃO-POSTAL DE OUTRO LUGAR

Postcard from off-screen — Gautam Khorana
Off-screen, on a different day

SOB O CAPÔ

Fora das telas também significa: gastar muito tempo ajustando a toolchain. Aqui está o que alimenta a maior parte do que lanço em 2026.

Headless first — Next.js para sites de produto, Astro para os pesados em conteúdo, Supabase para tudo que precisa de banco de dados. Vercel e Netlify dividem as responsabilidades de hospedagem dependendo se o build precisa de cron ou é puramente estático.

Escrevo código com Claude Code e Codex, cada vez mais delegando loops inteiros para ferramentas agentic em vez de digitar. A mudança nos últimos doze meses foi maior do que React foi no seu primeiro ano. Posts de produção agora vão de ideia para live em duas horas, com humanizador e gates de qualidade no meio.

Para imagens e vídeo — FAL com flux-pro/v1.1-ultra e Imagen 4. Para voz e escrita — Claude Sonnet 4-6 e Haiku 4-5 em conjunto, este último fazendo tradução em tempo de build em oito locales. Às vezes sinto falta dos dias quando nada disso existia e eu só escrevia coisas. A troca vale a pena.